sábado, 2 de abril de 2011

O que você acha?



Ao ler você deve ter respondido a si mesmo: "eu não!"
Mas segundo o Apóstolo Paulo talvez você seja um viciado, só ainda não se deu conta disso...
E sabe porque? porque associa a palavra vício e viciado apenas a drogas, cigarro, bebidas, pornografia...
Coisa "pesadas" mas e quanto aos viciados em coisas "leves" ???
Vício é um mal hábito ou hábito prejudicial.
O apóstolo Paulo disse que: "Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas" (1 Coríntios 6:12)
Muitas vezes somos "viciados"
viciados em internet; viciados em blogs, orkuts, twiters, msn, facebook...
viciados em televisão; em seriados, em dvds, telejornais...
Viciados em certos lugares e certas coisas...
Porque nos deixamos "dominar" por estas coisas, se não as fazemos ficamos impacientes, inquietos, uns chegam a ficar irritados e desesperados...Não se deixe dominar!!!
Se algo te prende... te faz mal...
Não é isso que Deus quer pra sua vida. 

Talvez você esteja precisando deixar algo um pouco de lado
Veja no que tem sido ou esta se tornando um viciado e liberte-se!
Voce não nasceu de novo pra ser escravo de coisa alguma!
Não seja um viciado em pequenas coisas... porque são justamente as "pequenas raposinhas" que fazem mal as vinhas...
Tanto que algumas já não tem dado mais tanto fruto quanto antes...
outras só tem tido folhas e algumas já morreram...
São só pequenas coisas?
Elas também viciam... também destroem...
são como os pequenos ladrões... 
entram e abrem a porta para os maiores...
Abra seus olhos, por que quanto mais uma pessoa está envolvida por um pecado, menos ela o encherga e um abismo chama outro abismo
Fale com Deus a respeito, e certamente ele te mostrará o que precisa ser diminuido ou tirado.
Não existe melhor podador...


Fernada Medeiros/Bruno Alarico

Jesus é porta o resto é parede

sexta-feira, 1 de abril de 2011

A família e o dependente químico




"A dependência química não é contagiosa, mas é contagiante, no sentido que, quando existe um membro da família, usando drogas esse fato estabelece comportamentos familiares em função do usuário, deteriorando o bem estar individual e coletivo. Como exemplo podemos ver normalmente o dependente químico negando ou minimizando as consequências negativas de seu uso, de forma a manter protegida a sua drogaticção. Em paralelo vemos esse comportamento também na família, não para proteger a droga, mas para proteger-se da dor e do sentimento de impotência diante do comportamento-problema de um ser querido. Com frequência há um estabelecimento de uma dinâmica familiar adoecida, isso, na teoria sistêmica nós chamamos de co-dependência. A co-dependência corresponde a um conjunto de comportamentos e emoções desencadeadas quando se convive com um usuário de drogas e tem como principal consequência negativa a manutenção ao uso de drogas do adicto em família e a perpetuação do sofrimento familiar. Se você se identifica de alguma maneira, com o que leu, de-sê alguns minutos para responder as seguintes questões:

Você ficou a noite acordada esperando que seu filho ligasse ou voltasse da rua mesmo sabendo que ele nunca liga e nunca chega antes que o dia amanheça? Você já foi atrás dele para buscá-lo, preocupado com o que iria acontecer? Você acreditou nele quando jurou que ia parar, mas logo sentiu-se enganada, com raiva, pois não parou? Você abandonou sua rotina diária porque "precisa" preocupar-se com seu filho? Você deixou de lado as coisas que lhe davam prazer para "cuidar"de seu filho? Você acaba sempre dando dinheiro por medo de seu filho se "meter em mais confusões" ou para evitar retaliações por parte dele? 


Se você respondeu "sim" em duas ou mais questões pode considerar a possibilidade de estar assumindo o papel de co-dependente na família. Nesse caso você talvez precise de ajuda para lidar com o problema que está enfrentando e consequêntemente ajudar o seu familiar a parar de usar drogas por meio de suas própria mudanças.'


Maria Carolina Holuigue Labra
Psicoterapeuta cognitivo-comportamental